quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Intangíveis

Meu, esta tela em branco. É muita liberdade e muita responsabilidade neste universo paralelo-virtual. É o sonho de Kerouac, um rolo de papel interminável que aceita milhões de letras e bobagens. É literatura? É datilografia? Ah, mediocridade. Tempos, costumes, marca indelével: a partir de agora estamos sob zilhões de zóios e mecanismos de busca e mexericos cibernéticos. Para onde vamos?