quinta-feira, 30 de agosto de 2007
De rigeur
Venha, mon amour, contemplar as estruturas. Recuperar o espírito dos tempos olhando o mundo das alturas da Sabedoria e da Ciência, reservadas senhoras que a poucos dão o prazer de uma dança. E, quando o fazem, exigem toda a compostura e rigor. Pobre dançarino! A valsa é um desatino.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Período de silêncio
Minha vingança será essa. Ficarei muda, catatônica. Não haverá lógica, cronograma ou dicionário. Quem quiser que leia o prospecto, breve resumo dos 430 meses. Mais informações não darei. Período de silêncio, sem comentários. E depois não digam que os fatores de risco não foram assinalados, que o prejuízo não foi declarado. Eu avisei. Leiam o prospecto
Intangíveis
Meu, esta tela em branco. É muita liberdade e muita responsabilidade neste universo paralelo-virtual. É o sonho de Kerouac, um rolo de papel interminável que aceita milhões de letras e bobagens. É literatura? É datilografia? Ah, mediocridade. Tempos, costumes, marca indelével: a partir de agora estamos sob zilhões de zóios e mecanismos de busca e mexericos cibernéticos. Para onde vamos?
terça-feira, 28 de agosto de 2007
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