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quinta-feira, 30 de agosto de 2007

De rigeur

Venha, mon amour, contemplar as estruturas. Recuperar o espírito dos tempos olhando o mundo das alturas da Sabedoria e da Ciência, reservadas senhoras que a poucos dão o prazer de uma dança. E, quando o fazem, exigem toda a compostura e rigor. Pobre dançarino! A valsa é um desatino.
Postado por nniero às 08:25

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